"Ando com uma vontade tão grande de receber todos os afetos, todos os carinhos, todas as atenções."

"Ando tenso, inseguríssimo e muito só."

“Um amigo me chamou pra cuidar da dor dele, guardei a minha no bolso. E fui.

“E me dá uma saudade irracional de você. Assim, do nada.”

"Jogue pro alto, se voltar é seu."

"Venha quando quiser, ligue, chame, escreva. Tem espaço na casa e no coração, só não se perca de mim."

“Tô me afastando de tudo que me atrasa, me engana, me segura e me retém. Tô me aproximando de tudo que me faz completo, me faz feliz e que me quer bem. Tô aproveitando tudo de bom que essa nossa vida tem. Tô me dedicando de verdade pra agradar um outro alguém. Tô trazendo pra perto de mim quem eu gosto e quem gosta de mim também. Ultimamente eu só tô querendo ver o ‘bom’ que todo mundo tem. Relaxa, respira, se irritar é bom pra quem? Supera, suporta, entenda: isento de problemas eu não conheço ninguém. Queira viver, viver melhor, viver sorrindo e até os cem. Tô feliz, to despreocupado, com a vida eu to de bem.”

“Eu te amo. Mesmo negando. Mesmo deixando você ir. Mesmo não te pedindo pra ficar. Mesmo não olhando mais nos teus olhos. Mesmo não ouvindo a tua voz. Mesmo não fazendo mais parte dos teus dias. Mesmo estando longe, eu te amo. E amo mesmo. Mesmo não sabendo amar.”


Há um ano atrás eu ainda sonhava em ser escritora. Queria viver disso, mas quando eu descobri que não tenho talento para tal coisa, preferi usar da escrita para meus desabafos, para ser minha válvula de escape para me livrar do tédio. Não desisti de escrever, não me senti mal, pelo contrário, só não coloquei mais a escrita como um objetivo.

E eu descobri que não tinha talento simplesmente porque as pessoas ignoram o que eu escrevo, por ser intimista demais, talvez.

Comecei a usar o Facebook para esses desabafos, às vezes olhar para meus blogs faz com que eu me sinta só. No facebook, eu não assino meus próprios textos, porque afinal, foi eu quem os escreveu e tá ali no MEU MURAL.

Sabe o que me foi estranho? É que vi algumas pessoas copiando estes textos (não que fossem maravilhosos) e postando nos seus murais, como se fosse um desabafo delas, como se não importasse quem tivesse escrito desde que as pessoas pudessem entender o que elas sentiam.

Eu achei estranho ver textos meus circulando assim, sendo ‘curtido’ e ainda ganhando comentários que não eram para mim. Mas ok, é o mundo virtual e eu também, por vezes, me uso de frases de alguns escritores (porém, fases famosas que mesmo que eu não identifique por não saber de quem é, as pessoas sabem que não são minhas as frases).

Mas mais uma vez essa solidão me tomou conta, por isso voltarei pra cá, onde embora eu fique no anonimato, ainda assim eu posso ter um universo paralelo.


Hipocrisias e modéstias a parte, sou uma pessoa desprovida de inveja. Independentemente da cor desta inveja, se é branca, marrom ou verde, não a sinto.

Consigo ficar feliz se um amigo, ou não, conseguir alguma coisa que eu queria muito. Para mim é apenas um sinal do que o que quero é perfeitamente plausível e possível.

Inveja para que? Apenas tardei o tempo. Claro para uma pessoa ansiosa, impaciente, isso é péssimo, mas não consigo não ficar feliz pelo êxito alheio.

Mas isso não significa que não preciso de ajuda, pelo contrário, às vezes tudo o que preciso é de uma mão amiga, de um abraço ou de um “vá em frente”.

E tenho precisado bastante disso. Ninguém imagina o quanto


hahahahahahaha… eu sempre penso isso! Peguei lá do leninja!

rage-comics-unexplained-rage


Eu precisava desabafar. Os últimos dias têm sido bastante difíceis para mim. E nessa noite surgiu na cabeça uma música que ouvia quando eu era criança, bem criança.

What’s up - 4 non blondes (azar, eu gosto).

Na época eu não sabia inglês, ou sabia menos que hoje, mas eu gostava da melodia, da forma como era cantada, simplesmente gostava da música.

Quando já na adolescência procurei pela tradução percebi que a música tinha absolutamente nada de parecido comigo, eu não me idenficava em nada, nada, nada.

Mas continuei gostando.

Hoje, às vésperas do meu aniversário de 24 anos, ouvi novamente a música, desta vez conseguindo entender tudo o que ela diz, e hoje ela parece que foi feita para mim. Ela fala exatamente de como tenho me sentido nessas últimas semanas, descreve com precisão tudo aquilo que eu gostaria de gritar para o mundo.

Então taí a tradução, o que dispensa meus textos neste blog por mais um tempo.

Vinte e cinco anos e minha vida está imóvel

Estou tentando subir aquela grande montanha de esperança

Por um destino

Eu percebi rapidamente quando soube

Que o mundo nunca foi essa fraternidade de homens

Seja lá o que isso signifique

E então eu choro algumas vezes quando estou deitada na cama

Apenas para excluir tudo o que está em minha cabeça

E eu, eu estou me sentindo um pouco esquisita

E então eu acordo pela manhã e saio lá para fora

E eu tomo um fôlego profundo

e fico realmente bem

E grito a plenos pulmões

O que está acontecendo?

E eu canto hey-yeah-yea-eah, eah hey yea yea

Eu disse hey! O que está acontecendo?

E eu canto hey-yeah-yea-eah, eah hey yea yea

Eu disse hey! O que está acontecendo?

E eu tento, oh meu Deus como eu tento

Eu tento o tempo todo

Nesta instituição

E eu rezo, oh meu Deus como eu rezo

Eu rezo a cada dia comum

Por uma revolução


Filosoficamente falando, viver não é apenas ter as funções motoras do nosso corpo em plenas condições, mas sim aproveitar cada instante de vida, procurando fazer o bem e desfrutar das boas coisas que nos acontecem.

Vida é um direito constitucionalmente protegido, o primeiro deles, e tem gente que nessa sede de viver não se dá conta que está vendendo sua vida por preços tão insignificante.

Mas tenho mais pena dos que ficam. Todos aqueles que se lamentam e se perguntam onde erraram, aqueles que irão carregar para o resto das suas vidas alguma dor incurável no coração e tantas faltas de respostas.

Tantos perguntam o porquê da morte, mas raros perguntam o porquê nasceram. Nascer é um aprendizado, é um aceitar da condição de agora ser humano e evitar tantos erros.

Doar a vida para deixar lições para nós aqui, é um ato de coragem.

Aí vejo tanta gente sofrendo enquanto estou aqui, com toda a sorte do mundo, com toda a felicidade ao meu redor. Desculpem os ateus, mas eu tenho o dever de acreditar em uma força superior às nossas vidas, ao que provável, chamem de Deus.

Vida, para mim, nunca vai ser uma condição e sim, um presente. E por favor, não se atreva dizer o contrário, por respeito àqueles que já não respiram mais.


Não vim aqui pra desejar um bom dia a todos porque não seria condizente com meu próprio estado de espírito. É Segunda-feira, não sou hipócrita e nem daquelas pessoas que conseguem simplesmente sorrir e agradecer por mais um dia que começa.

Não me julgue, não é que eu não queira que você tenha um bom dia ou uma boa semana, mas antes das 11h de cada dia, nunca na vida consegui ser feliz e bem humorada, então te resta agradecer por não precisar conviver comigo.

De resto, tenho uma alegria que mal cabe em mim, sirva-se


Sou do tipo de gente que quando falam de mocassim, não sabe se é um sapato ou um café.


Depois que eu saí da faculdade, aquela que reclamei todo santo dia e todo dia santo, eu não fui mais a mesma, e confesso que sou mais infeliz agora.

Posso dizer que a formatura foi o divisor de águas na minha vida. Eu reclamava da faculdade, mas fazia planos mesmo que absurdos para quando tudo terminasse e agora vejo que é tudo diferente.

No mínimo, eu deveria estar morando em Porto Alegre, mas não, estou todos os dias escondida atrás de uma mesa de escritório. Mas não é isso o que me faz infeliz.

Eu tenho planos mas hoje eles não são mais absurdos, eles são para serem realizados se eu der um passo de cada vez. Estou tendo que esquecer o meu imediatismo, a minha impulsividade e de certa forma, a falência desse motorzinho me frustra.

Tenho conseguido recuperar minha espontaneidade e é nisso que tenho me agarrado. Minha ansiedade é minha arma, mas apontada para mim. É ela que me mata cada dia um pouco mais, já prometi um milhão de vezes para as pessoas, para mim, para tudo e todos que eu iria mudar, mas confesso que não estou me saindo bem.

Só que agora me recuso a ter crises, seja ela do que for. Eu NÃO estou estressada, eu NÃO estou com dores descomunais na cabeça, eu NÃO sinto enjoos, eu NÃO tenho mais tontura, eu NÃO tenho mais tosse alérgica… e vou me recusar a ter.

Tô sem $ pra voltar pra acadêmia, aliás, sem grana que não seja pra pagar contas do escritório, mas isso me faz pensar em alternativas. Não gosto do comodismo, da limitação, gosto de opções mesmo que eu tenha que fazê-las.

E hoje eu sou assim, um lado que vive e outro que frustra. Sou essa bipolaridade toda, que sonha preferindo acordar.


Oi Geeeeeeeente!!

Lembram da Juju? É, aquela guria das Histórias da Juju, que você lê no www.medaumdesconto.blogspot.com, lembra? Aquela engraçada, estabanada e que lembra um pouquinho de cada um de nós?
Pois é, a Juju virou livro!

E o ebook tá com um preço tão bacaninha, quem sabe você se reserva esse direito à diversão? Tônia Werste e Ana Gouvêa agradecem!

Vem cá

Isso são horas?

estoy aqui

Losers

É isso

Nós, os malucos, temos um lema Tudo na vida é um problema Mas nunca tente nos acalmar Pois um maluco pode surtar Os nossos planos são absurdos Tipo gritar no ouvido dos surdos Mas todo mundo que é genial Nunca é descrito como normal

Quanto a mim

faça-me sorrir